S&P 500 cai 4,4%, pior dia desde abril de 2025, com ações de IA em queda
Em 5/11, o S&P 500 caiu 4,4% e o Nasdaq, 5,5%. A Nvidia perdeu 9,3%. A queda mais que apagou a alta do dia anterior.
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69 de 100: estresse amplo: hora de revisar proteções.
▲ 25 em relação ao mês passado (44)
Por que está assim. A região está em Tensão (69) porque, nesta quinta (5/11), a bolsa dos EUA caiu forte e as oscilações diárias ficaram muito altas nos dois países. A queda foi puxada por ações ligadas à inteligência artificial e apagou a alta do dia anterior, após as eleições legislativas dos EUA. Juros altos e petróleo em alta também pesam.
O termômetro está em 84 (Crise), sobretudo pelo "sobe e desce" (percentil 98, cerca de 2,6% por dia). Em 4/11 o S&P 500 subiu depois da eleição. Em 5/11 caiu 4,4%, o…
Entender EUA →
O termômetro está em 54 (Alerta). A oscilação diária é alta (percentil 96, cerca de 1,8% por dia). Isso combina com o vaivém da semana: o índice de Toronto subiu 2,39%…
Entender Canadá →
Em 5/11, o S&P 500 caiu 4,4% e o Nasdaq, 5,5%. A Nvidia perdeu 9,3%. A queda mais que apagou a alta do dia anterior.
Em 28/10, o Fed manteve os juros por 10 votos a 2. Cook e Hammack queriam subir 0,25 ponto. O Fed diz que a inflação segue elevada. A próxima decisão é em 9/12.
Em 4/11, o Dow subiu 3%, a melhor alta diária desde abril de 2025. Investidores reagiram à perspectiva de governo dividido.
Em 5/11, o Brent subiu 4,1%, segundo balanço de mercado. Outra cobertura diz que o petróleo passou de US$ 100, o que ajuda ações de energia e pesa nas de tecnologia.
Em 4/11, o S&P/TSX subiu 2,39%, puxado por materiais, consumo e finanças, na esteira da alta pós-eleição nos EUA. Ouro e prata em alta ajudaram mineradoras.
Uma análise de mercado aponta que o otimismo crescente com as negociações comerciais entre Canadá e EUA ajudou a alta da bolsa de Toronto. Os detalhes das conversas não aparecem nas fontes consultadas.
Cada notícia traz o status do fato (confirmado, ameaça, negociação…) e o link da fonte. Laranja: aumenta a tensão. Azul: alivia.
Sim. Desde 1984, o termômetro da América do Norte esteve em 69 ou mais em 118 meses (23% do tempo). O ponto mais alto foi 100, em out/08.
Os momentos mais tensos:
As faixas coloridas são os níveis: azul é calmaria, vermelho é crise.
Como funciona: cada sinal é comparado com a história do próprio país (percentil 90 = mais tenso do que em 90% dos meses). O termômetro do país é a média dos sinais; o da região, a média dos países. Metodologia completa.