O que mais pesa no México é a moeda (percentil 94); os outros sinais estão mais perto do normal. O termômetro é a média destes sinais:
Queda da bolsa
A bolsa (IPC) está no topo dos últimos 12 meses, ou muito perto dele.
31
Mais tenso do que em 31% dos meses desde 1991
Sobe e desce
Neste mês, a bolsa anda em média 0,3% por dia, para cima ou para baixo.
0
Mais tenso do que em 0% dos meses desde 1991
Moeda
O peso mexicano perdeu 9,6% de valor contra o dólar em 3 meses: é preciso mais peso mexicano para comprar 1 dólar.
94
Mais tenso do que em 94% dos meses desde 2004
O contexto
O termômetro caiu de 48 para 42 porque a bolsa está perto do topo (0,4% abaixo) e quase não oscila (cerca de 0,3% por dia). O peso é o ponto fraco: perdeu 9,6% em 3 meses, e isso está no percentil 94 (mais tenso do que em 94% dos meses da história). As notícias que achei não mostram uma causa única para os 3 meses. Nos últimos dias, o peso caiu 1,6% em 3/11, subiu em 4/11 após a eleição nos EUA e voltou a cair em 5/11, depois que o Banxico cortou os juros de forma inesperada.
Escrito pelo agente Correspondente a partir de notícias com fonte, conferido automaticamente. As notícias estão logo abaixo.
Notícias que mexem com o México
05/11 · fato confirmado
Banxico surpreende e corta a taxa de juros em 0,25 ponto, para 6,25%
Três dos cinco membros da Junta do Banco do México votaram pelo corte, que o mercado não esperava. O peso perdeu terreno no dia: fechou em 18,74 por dólar (dados do Banxico, citados pelo El Financiero), enquanto o Milenio relata 18,95.
Democratas vencem eleição legislativa nos EUA e moedas latinas se recuperam
Após a eleição de meio de mandato nos EUA, o dólar teve sua maior queda em dois meses frente a moedas da região. O peso mexicano subiu cerca de 1% em 4/11, e o dólar caiu 0,64% frente ao real.
Cada notícia traz o status do fato (confirmado, ameaça, negociação…) e o link da fonte. A borda tem a cor do nível da região; o ponto laranja indica que a notícia aumenta a tensão, e o azul, que alivia.
Na região: América Latina
05/11 · fato confirmado
Ibovespa cai 0,82% para 166.191 pontos, e dólar sobe a R$ 5,489
A queda de 5/11 veio com preocupação fiscal e com a baixa das bolsas no exterior. O dólar comercial subiu 0,67%.
Copom mantém a Selic; dólar volta a subir com política no radar
O Banco Central manteve a taxa básica de juros (Selic). Em 5/11, o dólar passou a subir frente ao real, e a Reuters cita a atenção dos agentes à política.
Merval cai em 3/11, 4/11 e 5/11, e risco-país da Argentina chega a 829 pontos
O risco-país subiu cerca de 3% em 3/11, para 829 pontos, o maior em um ano. O Merval fechou em 85.225 pontos em 5/11, queda de 3,4%, segundo o site Rava. O Merval e o risco-país não entram no termômetro da Argentina deste painel.
Cada notícia traz o status do fato (confirmado, ameaça, negociação…) e o link da fonte. A borda tem a cor do nível da região; o ponto laranja indica que a notícia aumenta a tensão, e o azul, que alivia.
Já foi pior?
Sim. Desde 1996, o termômetro do México esteve em 42 ou mais em 190 meses (53% do tempo). O ponto mais alto foi 99, em out/08.
Os momentos mais tensos:
out/08: 99 · crise financeira global de 2008
set/98: 98
mar/20: 97 · pandemia de Covid
As faixas coloridas são os níveis: azul é calmaria, vermelho é crise.
Grátis. Uma mensagem por dia útil. Sem recomendação de investimento. Sai quando quiser.
Como funciona: cada sinal é comparado com a história do próprio país (percentil 90 = mais tenso do que em 90% dos meses). O termômetro do país é a média dos sinais; o da região, a média dos países. Metodologia completa.