Ibovespa cai 0,82% para 166.191 pontos, e dólar sobe a R$ 5,489
A queda de 5/11 veio com preocupação fiscal e com a baixa das bolsas no exterior. O dólar comercial subiu 0,67%.
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Indicador educativo: mostra o que já aconteceu, não prevê nem recomenda. Como calculamos
61 de 100: estresse amplo: vários sinais tensos ao mesmo tempo.
▲ subiu 5 em relação ao mês passado (56)
O que mais pesa: a queda da bolsa (70). Região: América Latina (47).
O Brasil está em 61 porque 2 sinais estão tensos ao mesmo tempo: a queda da bolsa e a moeda. O termômetro é a média destes sinais:
A bolsa (Ibovespa) está 12,0% abaixo do ponto mais alto dos últimos 12 meses.
Neste mês, a bolsa anda em média 1,4% por dia, para cima ou para baixo.
O real perdeu 5,8% de valor contra o dólar em 3 meses: é preciso mais real para comprar 1 dólar.
Explicação geral e educativa. Não é recomendação de investimento.
O termômetro subiu de 56 para 61 (Tensão). O Ibovespa está 12,0% abaixo do topo de 12 meses e teve seis quedas seguidas até 3/11. Subiu 1,23% em 4/11 e caiu 0,82% em 5/11, com o dólar a R$ 5,489. A imprensa cita o quadro fiscal (contas do governo) e a queda de Wall Street como pesos de 5/11. As notícias não mostram uma causa única para o real ter perdido 5,8% em 3 meses.
Escrito pelo agente Correspondente a partir de notícias com fonte, conferido automaticamente. As notícias estão logo abaixo.
A queda de 5/11 veio com preocupação fiscal e com a baixa das bolsas no exterior. O dólar comercial subiu 0,67%.
Após a eleição de meio de mandato nos EUA, o dólar teve sua maior queda em dois meses frente a moedas da região. O peso mexicano subiu cerca de 1% em 4/11, e o dólar caiu 0,64% frente ao real.
O Banco Central manteve a taxa básica de juros (Selic). Em 5/11, o dólar passou a subir frente ao real, e a Reuters cita a atenção dos agentes à política.
Em 4/11, o índice fechou em 167.563 pontos. O dólar recuou 0,64%, para R$ 5,451.
Cada notícia traz o status do fato (confirmado, ameaça, negociação…) e o link da fonte. A borda tem a cor do nível da região; o ponto laranja indica que a notícia aumenta a tensão, e o azul, que alivia.
Três dos cinco membros da Junta do Banco do México votaram pelo corte, que o mercado não esperava. O peso perdeu terreno no dia: fechou em 18,74 por dólar (dados do Banxico, citados pelo El Financiero), enquanto o Milenio relata 18,95.
O risco-país subiu cerca de 3% em 3/11, para 829 pontos, o maior em um ano. O Merval fechou em 85.225 pontos em 5/11, queda de 3,4%, segundo o site Rava. O Merval e o risco-país não entram no termômetro da Argentina deste painel.
Cada notícia traz o status do fato (confirmado, ameaça, negociação…) e o link da fonte. A borda tem a cor do nível da região; o ponto laranja indica que a notícia aumenta a tensão, e o azul, que alivia.
Sim. Desde 1998, o termômetro do Brasil esteve em 61 ou mais em 67 meses (19% do tempo). O ponto mais alto foi 99, em out/08.
Os momentos mais tensos:
As faixas coloridas são os níveis: azul é calmaria, vermelho é crise.
Todo dia útil, no fim da tarde: o mundo, as regiões e o Brasil, com as notícias que mexeram com o termômetro, para ler em 30 segundos.
Grátis. Uma mensagem por dia útil. Sem recomendação de investimento. Sai quando quiser.Como funciona: cada sinal é comparado com a história do próprio país (percentil 90 = mais tenso do que em 90% dos meses). O termômetro do país é a média dos sinais; o da região, a média dos países. Metodologia completa.